Mercado de Paracatu está aquecido para setor de vestuário




Se no passado os brechós eram sinônimo de mofo e peças em desuso, hoje, este segmento tornou-se uma excelente opção de compra. O brechó dos dias atuais comercializa roupas bem conservadas, algumas até novas e de marcas famosas a preços acessíveis. Em Paracatu, a empresária Viviane Pires decidiu transformar parte de sua residência e investir neste negócio.

“A ideia nasceu há dois meses, com incentivo de uma amiga de Uberlândia, onde a demanda pelos brechós é bastante intensa. Como eu tinha muitas roupas usadas e novas em desuso, optei por investir em algo que pudesse conciliar com os cuidados do meu filho, de três anos,” explica Viviane Pires que se formalizou como microempreendedor individual (MEI). “É uma cultura ainda nova para Paracatu, mas já consigo ter capital de giro e, com indicações que recebi do Sebrae no meu próprio negócio, iniciei algumas ações como divulgação em redes sociais e envio de peças em condicional”, destaca.



O segmento de lojas de roupas está entre os dez mais procurados pelos empreendedores mineiros no primeiro semestre de 2018.  O levantamento foi feito a partir dos acessos às cartilhas da série Ponto de Partida, manuais que trazem informações sobre abertura de empresas em diferentes segmentos, disponíveis no site do Sebrae Minas. No ranking de ideias de negócios com maior número de acesso estão cafeteria, restaurante, fábrica de pão de queijo, confeitaria, fábrica de alimentos prontos congelados, pet shop, construtor, supermercado/mercearia e fábrica de produtos de chocolate.

Quem também decidiu investir no setor de vestuário, na região central de Paracatu, foi o casal Gianessa Aparecida dos Santos e José Rodrigo Cruz. Ambos trabalhavam com carteira assinada, ele em uma vidraçaria desde os 15 anos de idade, e ela em uma loja de roupas, como vendedora, mas ambos buscavam qualidade de vida e flexibilidade de horário. Há três meses abriram uma loja especializada em moda masculina. “Nossa atuação direta na loja reflete diretamente nas vendas e na fidelização dos clientes. A experiência da Gianessa somada às orientações que recebemos do Sebrae Minas, como organização do fluxo de caixa, visual da loja e formalização como MEI, tem nos permitido bons resultados”, afirma o comerciante.





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