‘Tráfico de drogas financia campanha política no Brasil’, relata Marcinho VP

‘Tráfico de drogas financia campanha política no Brasil’, relata Marcinho VP

‘Isso é folclore’. Essa é a opinião de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, sobre a afirmação da polícia de que é ele um dos comandantes do Comando Vermelho.
Condenado a um total de 48 anos de reclusão, que cumpre em Mossoró (RN), o traficante diz ser alvo de injustiças e acha que as drogas não serão legalizadas no Brasil por ‘sustentarem políticos’.

“A legalização das drogas é um caso mais complexo, tem que discutir com a sociedade, fazer um plebiscito. Mas acho que drogas leves como a maconha seria importante dar o primeiro passo, legalizar, para erradicar o tráfico de drogas. Mas acho que aqui no Brasil acho difícil legalizar, o tráfico de drogas financia campanhas políticas no Brasil”, afirmou ele em entrevista ao UOL.

Ainda falando sobre o tráfico, afirmou que os ‘verdadeiros barões das drogas vivem acima de qualquer suspeita, financiando campanhas políticas’.

Ainda nesta linha, ele opinou sobre Sergio Cabral, ex-governador do Rio, ao qual afirmou ser ‘o maior charlatão que teve o desprazer de conhecer’.

FONTE: UOL

Senhor é brutalmente espancado por pedir para não venderem drogas em frente a sua casa

Senhor é brutalmente espancado por pedir para não venderem drogas em frente a sua casa

De acordo uma publicação da página “Maranhão News” um homem teria solicitado que os traficantes de drogas parassem de vender drogas na porta da casa dele. A filmagem mostra vários homens agredindo uma vítima a socos, chutes, pontapés e até ataques com uma pá. O vídeo gerou revolta em grande parte dos internautas que publicaram vários comentários condenando a covardia promovida pelos criminosos.

“Não sei se fico triste ou com raiva, é muita indignação!! Lixo de seres humanos, quanta covardia, nem pra agredir na mão, tem que pegar pá, pedra… miseráveis e inúteis no mundo, lamentável”, comentou Aline S em sua conta do Facebook. “Agora se o policial mata um lixo desse pra se defender, vai preso, é expulso isso é país pra se viver? Sem contar que os governantes são os piores. Por isso não implantam pena de morte no Brasil. Os primeiros a irem para cadeira elétrica, seriam os governantes”, escreveu Lucimar Alves também na rede social.

De acordo com dados publicados pelo Portal G1, um em cada três presos do Brasil respondem por tráfico de drogas. Os dados são de 22 estados, cinco não possuem dados. O percentual de presos pelo crime cresceu de 8,7% em 2005 para 32,6% em 2017. O aumento se deu por conta da lei anti-drogas, que está em vigor desde 2006. O aumento de presos por tráfico de drogas foi de 339% entre 2005 e 2013. A lei endurecureceu a pena para quem trafica e ainda atingiu quem usa a substância proibida ou trafica em menor escala. A situação ainda está em crescimento, foram 480% em comparação entre os períodos de 2005 e 2017, sem contar cinco dos 27 estados, que não informaram os dados.

Em 2006, quando a lei começou a valer eram 31,520 presos por tráfico nos presídos, em 2013 eram 138,366. Em 2017 o número saltou para 182,779. A lei de drogas, de acordo com Luis Roberto Barroso, ministro do STF, gerou a prisão de milhares de réus-primários e de bons atecedentes, que são “jogados no sistema penitenciário”. Pessoas que não seriam perigosas quando entram, se tornam perigosas quando saem. De acordo com um defensor público, identificado como Vitore André Zilo Maximiano, o padrão de quem é preso por envolvimento com drogas são jovens e pobres. “Às vezes um jovem chega perto de mim no presídio, eu vejo o perfil e ele nem precisa dizer do que é acusado”, disse.

Porém, independente de qualquer argumentação a lei é clara: qualquer um que for preso em condição de traficante receberá a pena independente da quantidade. Isso serve principalmente para desmantelar casos com o do Rio de Janeiro, onde traficantes passaram a vender em menores quantidades.

FONTE: NEWS 365

Multas de trânsito poderão ser pagas no crédito ou débito

Multas de trânsito poderão ser pagas no crédito ou débito

Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicada ontem no Diário Oficial permite que multas de trânsito e demais pagamentos relativos a veículos podem ser parcelados no cartão de crédito. Cartões de débito também poderão ser utilizados para pagamentos integrais. A resolução, no entanto, não é impositiva. Com isso, fica a cargo de órgãos locais de trânsito a decisão de aderir ou não a esse modelo de pagamentos.

No Ceará e em Fortaleza, órgãos de fiscalização de trânsito devem aderir à medida. Em nota, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE) afirma que vai articular com a Secretaria da Fazenda (Sefaz) para viabilizar o que estabelece a Resolução. “O Detran entende que se trata de uma medida que facilita, para os proprietários de veículos, a solução de pendências para pagamento de multas de trânsito”, diz a nota.

Em Fortaleza, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) admite de maneira mais direta que vai aderir à resolução, garantindo que “possibilitará que o pagamento das multas seja feito de forma parcelada por meio de cartões de crédito”. Contudo, o órgão pondera que ainda vai tomar as medidas cabíveis para se adequar, por se tratar de uma decisão recente.

De acordo com a resolução do Contran, o objetivo da medida é “aperfeiçoar a forma de pagamento das multas de trânsito e demais débitos relativos ao veículo, adequando-a a métodos de pagamento mais modernos utilizados pela sociedade”. Antes da resolução, apenas multas aplicadas a veículos registrados no exterior poderiam ser pagas parceladamente.

No caso dos pagamentos no crédito, a dívida será do titular com a administradora do serviço, que arcará com eventuais atrasos”.

Nos casos em que houver cobrança de juros no parcelamento, o titular do cartão ficará responsável pelo pagamento do acréscimo e tem o direito de ter acesso a informações sobre custos operacionais antes da efetivação da operação.

De acordo com a norma, não poderão ser parcelados os seguintes tipos de débito: multas inscritas em dívida ativa; parcelamentos inscritos em cobrança administrativa; veículos licenciados em outras unidades da federação; multas aplicadas por outros órgãos autuadores que não autorizam o parcelamento ou arrecadação por meio de cartões de crédito ou débito.

FONTE: O POVO

Pessoas a partir de 70 anos podem sacar cotas do PIS/Pasep a partir de hoje

Pessoas a partir de 70 anos podem sacar cotas do PIS/Pasep a partir de hoje

Pessoas a partir de 70 anos que tenham contribuído com o Programa de Integração Social (PIS) ou o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) podem sacar as cotas nos fundos a partir de hoje (19). A retirada é válida somente para os trabalhadores que tiveram carteira assinada e contribuíram para algum dos dois fundos até 4 de outubro de 1988.

Em 17 de novembro, começará o saque para aposentados. Em 14 de dezembro, a retirada será liberada para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Não há data limite para os saques. Os herdeiros de cotistas falecidos podem sacar o dinheiro a qualquer momento.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição de 1988 passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Desde a criação do PIS/Pasep, em 1971, o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completava 70 anos, se aposentasse ou tivesse doença grave ou invalidez. A medida provisória editada recentemente pelo presidente Michel Temer flexibilizou as restrições para as retiradas. No entanto, o cidadão com idade inferior não tem direito à cota, mesmo que tenha contribuído antes de 1988, quando passou a vigorar a atual Constituição brasileira.

De acordo com o governo, a liberação dos saques das cotas do PIS/Pasep vai injetar R$ 15,9 bilhões na economia e beneficiar 7,8 milhões de pessoas. Desse total, R$ 11,2 bilhões virão dos saques do PIS, vinculado aos trabalhadores da iniciativa privada e administrado pela Caixa Econômica Federal, que beneficiarão 6,4 milhões de cotistas. O restante virá do Pasep, vinculado aos servidores públicos e aos empregados de estatais e sociedades de economia mista e administrado pelo Banco do Brasil.

Retirada do PIS

Na Caixa Econômica, os cotistas do PIS poderão fazer a retirada de três maneiras. Os pagamentos de até R$ 1,5 mil serão feitos nos caixas eletrônicos, digitando a Senha Cidadão, sem a necessidade de cartão bancário. Quem não tiver a senha pode obtê-la no site da Caixa, bastando clicar em “esqueci a senha” e preencher os dados.

Os saques de até R$ 3 mil podem ser feitos nos caixas eletrônicos, mas o cliente precisará usar o Cartão Cidadão e digitar a Senha Cidadão. Nas lotéricas e nos correspondentes bancários, o cotista poderá retirar o dinheiro, levando o Cartão Cidadão, a Senha Cidadão e algum documento oficial de identificação com foto. Acima desse valor, o beneficiário deverá ir a alguma agência da Caixa levando documento oficial com foto.

Clientes da Caixa receberam o depósito automaticamente nas contas correntes na terça-feira (17), dois dias úteis antes do calendário de saques. A Caixa informou que também fará a transferência do dinheiro para clientes de outros bancos, desde que a conta esteja no mesmo nome do beneficiário. A operação não terá custos.

Saques do Pasep

Em relação aos saques do Pasep, o Banco do Brasil também depositou automaticamente, na terça-feira, o dinheiro nas contas dos correntistas da instituição. Os cotistas com saldo de até R$2,5 mil e sem conta no banco poderão pedir transferência para qualquer conta em seu nome em outra instituição financeira na página do banco na internet ou nos terminais de autoatendimento.

Não correntistas com saldo acima desse valor ou herdeiros de cotistas falecidos deverão ir às agências. De 19 a 31 de outubro, 1.334 agências do Banco do Brasil em todo o país abrirão uma hora mais cedo para atendimento exclusivo aos cotistas do Pasep. A lista dos postos de atendimento com horário especial está disponível no site do banco.

Os clientes com dúvidas podem consultar as páginas da Caixa ou do Banco do Brasil. Caso a página da Caixa informe que o número da conta está registrado no Pasep, o trabalhador deverá ir à página do BB. Constantemente, os dois bancos atualizam as bases de dados e transferem a conta do PIS para o Pasep de quem passou a trabalhar no serviço público ou em alguma estatal.

FONTE: ESTADO DE MINAS

Protocolo define ações de forças de segurança contra explosão de caixas eletrônicos em Minas

Protocolo define ações de forças de segurança contra explosão de caixas eletrônicos em Minas

Agências explodidas, policiais mortos e cidades aterrorizadas pela invasão de bandos fortemente armados: batizada de novo cangaço, a ação de quadrilhas especializadas em estouro de caixas eletrônicos representou, em média, 13 ataques a agências por mês em Minas Gerais neste ano, ou um caso a cada 2,2 dias. De janeiro a setembro foram computadas 120 ações criminosas do tipo.

Mesmo com um recuo de 36,5% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram 189 ocorrências, o saldo ainda é preocupante, principalmente pela violência extrema usada pelas quadrilhas, inclusive com ataques diretos às forças de segurança. Diante do quadro, oito instituições, lideradas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), formalizaram esta semana um protocolo de crise para padronizar as ações de cada entidade diante das ofensivas e fortalecer o combate a essa modalidade de ataque. O acordo de cooperação faz parte de um trabalho que já vinha ocorrendo há cerca de dois meses, a partir de determinação do governador Fernando Pimentel (PT) para dar uma resposta ao crime organizado.

Horas depois de formalizado o protocolo, o alarme já soou pela primeira vez para acionar o pacto de ações integradas. Na madrugada de terça-feira, uma agência do Banco do Brasil e outra do Itaú foram atacadas por uma quadrilha em Bambuí, no Centro-Oeste mineiro.

Ainda na terça-feira, mas no Norte de Minas, outro grupo de criminosos com armamento pesado fechou com uma carreta a BR-251, nas imediações de Grão Mogol, para assaltar um carro-forte. Eles interceptaram o veículo de uma transportadora de valores e trocaram tiros com os vigilantes. Em seguida, explodiram uma das portas do blindado, levando quantidade não informada de dinheiro. Cerca de 15 pessoas atuaram nesse caso e há suspeitas de que o grupo esteja ligado a outro ataque, cometido da mesma forma em Unaí, no Noroeste de Minas, em maio. A Secretaria de Segurança Pública confirmou que o conjunto de ações integradas foi adotado nos dois casos, mas sustenta que informações sobre as investigações não podem ser divulgadas, para não prejudicar os trabalhos. Até o fechamento desta edição, ninguém havia sido preso nos dois casos.

As ações padronizadas de cada força de segurança contra a violência desse tipo de quadrilha buscam criar uma forma de reação padronizada para a modalidade de crime, evitando que em cada caso seja adotada uma forma de trabalho diferente, segundo o secretário de estado de Segurança Pública, Sérgio Barbosa Menezes. O objetivo é unificar reações como a preservação dos lugares explodidos, acionamento de planos de cerco e bloqueio e concentração de informações de inteligência levantadas por diferentes órgãos, para prender mais rapidamente os criminosos. Resumidamente, trata-se de definir, uma vez ocorrido o crime, que órgão reage, de qual forma e em que momento.

“O crime de explosão de caixa eletrônico traz consequências que extrapolam a questão da segurança. Há impactos sociais e econômicos para as cidades, muitas vezes pequenas, que dependem daquele terminal que foi alvo de ataque. Nosso foco é sempre reduzir os números, trabalhar cada vez mais para minimizar o impacto para o cidadão. Se temos uma ou 120 ocorrências, nosso esforço será o mesmo, exatamente pelas características dessa modalidade de crime”, diz o secretário.

ARTICULAÇÃO A Sesp coordena um grupo que tem se reunido de forma frequente e conta com a participação da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ministério Público, além dos demais braços do estado ligados à questão: Secretaria de Administração Prisional (Seap), Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. A criação do grupo de trabalho no governo de Minas, que vinha se articulando também com as forças federais, foi anunciada em setembro por Fernando Pimentel.

O esquema pelo qual deve operar esse esforço conjunto, segundo a Sesp, já está no papel, mas não pode ser detalhado, para não comprometer investigações e o próprio funcionamento da cadeia de ações que pode levar à captura dos criminosos. Mas, como resultado da concentração de esforços nesse tipo de crime, a secretaria informa que, de 12 de junho até 12 de setembro deste ano, 50 pessoas foram presas no estado por envolvimento com explosões de caixas eletrônicos e ataques a bancos. Dois acusados foram capturados mês passado, em Capitão Enéas, Norte de Minas, com um fuzil e duas submetralhadoras, uma pistola, uma espingarda e uma garrucha.

Os dois foram detidos após perseguição policial e bloqueios montados pela Polícia Militar. Com eles havia malotes com dinheiro manchado e também bananas de dinamite. Outras 28 prisões ocorreram em 9 de agosto, em Três Corações (Sul de Minas). Segundo a PM, todos os presos estavam envolvidos em crimes de explosão de caixas eletrônicos e roubos a bancos e a agências postais no Sul de Minas.

Enquanto as forças de segurança procuram padronizar suas ações para contra-atacar, o secretário de Segurança Pública defende uma punição mais pesada para o crime de explosão de caixas e bancos. “Tem que haver uma pena diferenciada, porque é uma ação que atenta contra o poder público. O policial que está na ponta é o representante do Estado. É necessário que haja um qualificador mais pesado para quem pratica explosões de caixas eletrônicos, porque há muitas variáveis que justificam isso: temos uso de explosivos, uso de armamentos pesados, organizações criminosas envolvidas. Não podemos tratar tudo isso como um roubo qualquer”, afirma. Neste ano, o caso de maior repercussão ocorreu em Santa Margarida, na Zona da Mata, onde um Policial Militar e um vigia foram mortos por assaltantes que atacaram as agências locais do Banco do Brasil e do Sicoob.

Sérgio Barbosa Menezes (Secretário de estado de Segurança Pública) RESPONDE:

As explosões de caixas caíram 36,5% no período divulgado. A que se pode atribuir esse resultado?

Temos desenvolvido ações integradas que contam com o apoio e trabalho árduo de várias instituições. Desde que esse tipo de crime passou a preocupar mais, temos tentado aperfeiçoar o trabalho e agregar melhorias na repressão qualificada e no mapeamento das quadrilhas que promovem esse tipo de ação. Um exemplo desse avanço é exatamente a assinatura do termo de cooperação com oito instituições, na última segunda-feira.

Algum outro tipo de crime é alvo dessa cooperação? 

Secretaria de Estado de Segurança Pública coordena uma força-tarefa voltada para a redução de eventos de segurança, em geral, em instituições bancárias. Esse grupo busca resultados não só para explosões de caixas, mas também para crimes com uso de maçarico, assaltos e o crime chamado de “sapatinho” (sequestro de bancários para forçar a abertura de cofres). A força-tarefa tem forte atuação na área de inteligência, com informações que se transformam em operações repressivas e preventivas. Esse grupo promove reuniões mensais de avaliação e planejamento.

Embora o detalhamento do acordo de cooperação técnica seja sigiloso, é possível dar um exemplo prático de como ele pode funcionar?

 A inteligência busca, por exemplo, o mapeamento de quadrilhas para prevenir ocorrências, entender o modus operandi dos envolvidos ou, até mesmo, fornecer informações que levarão à prisão dos envolvidos.

Mobilização e desmobilização

Não é a primeira vez que se forma uma força-tarefa na tentativa de enfrentar o desafio da explosão de caixas eletrônicos em Minas. Em 2013, época em que casos do tipo estavam em franca ascensão, o governo do estado constituiu um grupo de trabalho com objetivo de dar uma resposta à ofensiva, de forma integrada e com ações compartilhadas. Porém, em 2015 a própria administração estadual avaliou que não havia mais a necessidade do esforço concentrado, sob a justificativa de se tratar de um conceito a ser adotado em situações de crise, o que, no entendimento do estado, não ocorria naquele momento. Porém, o avanço de casos com maior emprego de violência – que causaram mortes, deixaram policiais sitiados e cidades sem terminais bancários – levaram a uma mudança de postura. Apesar da redução dos casos, nova força-tarefa foi formada para unificar procedimentos na contraofensiva aos assaltantes.

DESCONFIE

Confira recomendações da Secretaria de Segurança Pública para ajudar no cerco a ladrões de caixas eletrônicos

1) Se você é dono de hotel ou pousada, fique atento a hóspedes com bagagem incompatível com a quantidade de dias que pretendem ficar

2) Caso você seja um morador ou comerciante e perceba movimentação de pessoas muito atípica em sua cidade, alerte as autoridades

3) Se você for dono de algum sítio, esteja alerta a aluguéis pagos com altas quantias, em dinheiro, sem contratos formais nem negociação

Denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone 181.

FONTE: ESTADO DE MINAS

Motorista de BMW com suspeita de embriaguez bate em viatura e fere dois PMs

Motorista de BMW com suspeita de embriaguez bate em viatura e fere dois PMs

O motorista de uma BMW, com suspeita de embriaguez, bateu em uma viatura da Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira, em BH.
O acidente foi na Avenida Augusto de Lima, no Barro Preto, na região Centro-Sul.

Dois policiais e duas pessoas que estavam no carro de luxo ficaram feridos.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, a viaturatransitava pela faixa central da avenida, quando foi atingida na lateral direita no cruzamento com a Rua Paracatu.

O carro policial capotou e ficou com as quatro rodas para cima. O militar que dirigia a viatura, de 33 anos, informou que o semáforo estava verde para ele no momento da batida e que não conseguiu ver a situação do sinal de trânsito na Rua Paracatu.

Já o condutor da BMW, de 38 anos, disse aos policiais que o semáforo estava amarelo quando ele passou e bateu com a frente do carro na viatura da PM. O homem, segundo a PM, estava com hálito etílico e olhos avermelhados. No boletim de ocorrência consta que o motorista se negou a fazer o teste do bafômetro. Mesmo com suspeita de embriaguez, o motorista não foi detido porque, segundo os militares, “estava com condições psicomotoras normais”.
A BMW estava com o licenciamento vencido, de 2016. Mas o carro não foi apreendido. De acordo com a PM, não havia vaga em pátios credenciados pelo Detran. Um homem não identificado no boletim de ocorrência e que disse conhecer o motorista da BMW foi até o local do acidente e conduziu o veículo para a casa do condutor.
O policial que dirigia a viatura foi encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII com cortes na cabeça. Um outro militar que estava no carro teve cortes nos braços e se queixou de dores na nuca e cabeça, mas procurou atendimento em um hospital particular no Barro Preto.
O motorista e uma passageira da BMW tiveram pequenos ferimentos pelo corpo e se queixaram de dores, mas não quiseram ser encaminhados para uma unidade de saúde. A carteira de habilitação do condutor foi apreendida e um auto de infração de trânsito foi emitido.
FONTE: ESTADO DE MINAS