Minas Comunica II democratiza o acesso ao sistema de telefonia móvel no estado

Minas Comunica II democratiza o acesso ao sistema de telefonia móvel no estado

O Governo de Minas Gerais avança de forma acelerada para assegurar a universalização do acesso à telefonia móvel no interior do estado. De 2015 para cá, mais de 400 distritos foram contemplados com antenas de transmissão 3G dentro do programa Minas Comunica II.

Ao todo, 652 distritos mineiros já contam com o sistema de telefonia celular, beneficiando população estimada de mais de 1 milhão de pessoas em todos os Territórios de Desenvolvimento.

Governo do Estado trabalha para incorporar outros 80 distritos ao Minas Comunica II – Crédito: Divulgação/Detel-MG

A expectativa é de que o Minas Comunica II atenda 688 distritos até 2018. As 36 localidades que ainda não receberam o sistema de telefonia móvel dependem, na maioria dos casos, de avanços na liberação do licenciamento ambiental.

Além destes casos, o Estado trabalha para incorporar outros 80 distritos ao Minas Comunica II e, dessa maneira, levar a inclusão digital para tantos outros mineiros e mineiras desassistidos por este tipo de tecnologia.

O diretor-geral do Departamento Estadual de Telecomunicações (Detel), José Francisco Vieira Seniuk, explica que o Minas Comunica II é um programa complementar a uma ação do Governo Federal que visa implantar o sistema de telefonia celular nos municípios.

“Nosso programa vai além das cidades, vai para mais longe, chegamos aos distritos”, destaca. “A regulamentação federal existente leva o sinal 3G para os municípios, mas não contempla os distritos. E nesse ponto que o nosso programa atua”, esclarece Seniuk.

Para o diretor-geral da Detel, um dos principais benefícios da iniciativa é o impulso ao desenvolvimento econômico das localidades contempladas.

“Vamos ensiná-los a usar a tecnologia 3G para os negócios, para abrir uma empresa ou fazer um site. Sem contar que ela facilita o acesso aos serviços do Governo, como o MG App. Por meio do aplicativo, o cidadão pode fazer diversas solicitações. Atualmente, é importante canal de comunicação entre o Governo e a sociedade e precisamos colocá-lo a serviço de todos”, defende Seniuk.

“O principal benefício é a geração de desenvolvimento econômico para os distritos de Minas Gerais. A gente tem estudos que demonstram o impacto do sinal de telefonia celular na evolução da região. Na medida em que você disponibiliza este tipo de serviço para a população, ela vai fomentar o aparecimento de novos comércios, vai facilitar, por exemplo, a negociação de uma pousada de distritos turísticos”, aponta o superintendente em Governança Eletrônica, Rodrigo Diniz Lara.

O MG APP está disponível para download e instalação para os sistemas Android e iOS. Hoje, mais de 220 mil pessoas já estão usando o celular para checar dados no Detran/MG, consultar contas da Cemig e da Copasa, agendar horário nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs), entre outros serviços.

A favor da comunidade

Contrato e Padre Afonso, dois distritos de Itamarandiba, no Território Alto Jequitinhonha, estão entre as localidades beneficiadas pelo Minas Comunica II. A pedagoga Patrícia de Souza, moradora de Contrato, comenta como que a chegada da tecnologia 3G mudou a rotina do local.

“É uma tecnologia inovadora que a gente não consegue viver mais sem ela. Hoje em dia você estuda através dela, paga uma conta, sem contar que dá para matar a saudade de quem está longe. Facilitou muito a nossa vida por aqui”, relata a pedagoga.

A agente comunitária de saúde no distrito de Padre Afonso, Gilmara Soalheiro de Freitas, também enaltece as mudanças advindas da chegada do novo sistema de telecomunicação. “Facilitou muito a minha vida particular e profissional. Às vezes ficávamos sem comunicação nenhuma e deixávamos de resolver muitos problemas por isso. Agora, isso já não acontece mais e podemos desenvolver melhor a vida da gente”, destaca.

Clique aqui e acesse o mapa que mostra todos os 652 distritos que já foram contemplados com a implantação do sistema de telefonia celular 3G.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas Gerais inicia quarta fase de projeto de integração aérea

Governo de Minas Gerais inicia quarta fase de projeto de integração aérea

O Governo de Minas Gerais, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e da Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop), dá início à quarta fase do Voe Minas Gerais, Projeto de Integração Regional – Modal Aéreo.

A partir de 7 de agosto, duas novas cidades passam a receber voos para o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte: Paracatu e Salinas. O projeto também retorna ao município de Patos de Minas, já atendido em fases anteriores.

Outra novidade da fase é que Teófilo Otoni, destino mais procurado no projeto, terá voos diretos para Belo Horizonte todos os dias, de segunda a sexta-feira.

Paracatu, no Noroeste do Estado, é um importante polo de mineração e de produção agropecuária. A cidade de Salinas, notória pela fabricação de cachaças, terá voos de acesso à capital e a Araçuaí, conectando o Vale do Jequitinhonha e o Norte de Minas Gerais.

A rota de Patos de Minas havia sido suspensa em junho deste ano devido ao início do fornecimento do serviço na cidade por uma empresa privada. Descontinuada a atividade da iniciativa privada, a operação na rota, que havia apresentado bons resultados anteriormente, foi restabelecida pelo Voe Minas Gerais.

O “hub” de voos no Território Norte, que conectava os municípios de Montes Claros, Salinas e Jaíba, não apresentou procura e média de ocupação suficientes para manutenção do projeto nas localidades e será suspenso. O atendimento do Voe Minas Gerais está sendo redirecionado às cidades que apresentaram maior demanda por serviço aéreo nas fases anteriores do projeto.

Os 18 municípios atendidos na quarta fase são: Almenara, Araçuaí, Araxá, Belo Horizonte, Diamantina, Juiz de Fora, Manhuaçu, Paracatu, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Salinas, São João del-Rei, Teófilo Otoni, Ubá, Varginha e Viçosa.

O Voe Minas Gerais é uma iniciativa de fomento ao transporte aéreo regional que tem como fundamento a flexibilidade das rotas, que são desenvolvidas e adaptadas para atender às demandas locais.

A malha completa e as passagens do projeto podem ser obtidas pelo site www.voeminasgerais.com.br.

Voe Minas Gerais

O Voe Minas Gerais foi lançado em agosto de 2016, ligando 12 cidades mineiras ao Aeroporto da Pampulha, na capital. Em novembro do ano passado, outras cinco cidades foram incluídas às rotas, que passaram a ter, além de voos diretos para Belo Horizonte, opções de escala, com voos que ligam os municípios do interior entre si.

Em junho deste ano, o projeto iniciou sua terceira fase, ampliando a atuação no Vale do Jequitinhonha e chegando ao Norte do estado.

Os voos são realizados em aeronaves Cessna Grand Caravan 208 B, que transportam até nove passageiros. O valor das passagens varia de R$ 130 a R$ 700, de acordo com a distância percorrida.

O projeto busca fomentar os negócios locais, desenvolver o turismo, integrar as diversas regiões do estado e facilitar o deslocamento de moradores do interior para Belo Horizonte, permitindo que tenham acesso rápido a eventos e serviços disponíveis na capital.

Para Minas Gerais, que possui uma área total de quase 600 mil quilômetros quadrados, o investimento na regionalização por meio do transporte aéreo é estratégico para atender a meta de redução das desigualdades nos 17 territórios de desenvolvimento estabelecidos pelo Governo do Estado.

Segundo informações da Secretaria Nacional de Aviação Civil (Anac), Minas Gerais conta com 86 aeródromos públicos. A administração, a manutenção e a exploração dos aeródromos públicos são atribuições da União.

A Setop vem trabalhando em processos de delegação União-Estado, possibilitando investimentos do Governo Estadual em reformas, melhorias e posterior delegação aos municípios ou empresas, para operação e manutenção.

Outras informações estão disponíveis em:

www.codemig.com.br

www.voeminasgerais.com.br

www.facebook.com/voeminasgerais

www.twitter.com/voeminasgerais

Fonte: Agência Minas

Carteira Nacional de Habilitação (CNH) terá versão digital a partir de fevereiro de 2018

Carteira Nacional de Habilitação (CNH) terá versão digital a partir de fevereiro de 2018

A partir de fevereiro de 2018, os motoristas de todo o país não serão mais multados caso sejam pegos dirigindo sem a Carteira Nacional de Habilitação. Isso porque o Conselho Nacional de Trânsito aprovou nesta terça-feira (25) um projeto que cria uma versão digital da CNH.

Na prática, será permitido que motoristas de todo o país se identifiquem por meio de um aplicativo de smartphone. Apesar da novidade, a CNH tradicional seguirá sendo impressa normalmente. “Estamos dando um passo à frente, desburocratizando o processo. Há um conjunto de padrões técnicos para suportar um sistema criptográfico que assegura a validade do documento. Com isso, quem esquecer a CNH em casa, não estará sujeito à multa e pontos na carteira. Basta apresentar o documento digital”, diz Bruno Araújo, Ministro das Cidades.

Assim, seguirá sendo obrigatório dirigir portando a CNH, seja ela impressa ou no aplicativo online. Para se certificar de que aquele documento virtual é válido, policiais e agentes de trânsito utilizarão um sistema de assinatura com certificado digital ou de leitora de códigos QR. Por enquanto, porém, este aplicativo ainda está em fase de testes.

Fonte: G1

Algar Telecom estuda viabilidade de instalação de sinal 3G em comunidades rurais de Vazante

Algar Telecom estuda viabilidade de instalação de sinal 3G em comunidades rurais de Vazante

O diretor de relacionamento da Algar Telecom, Gerson Sebastião de Souza, respondeu o Requerimento nº 013/2017, aprovado pela Câmara Municipal, no qual o vereador Gilnei Cabeceira (PP) reivindica melhorias do sinal de internet da CTBC nas comunidades de Bagres, Gameleira, Cabeludo, Biboca, Brejinho, Vazamor, Rio Escuro, Conceição de Santa Cruz e Brejo Grande.

No documento, o parlamentar cobra a instalação do sistema 3G na região e lamenta que, em plena era digital, os moradores das citadas localidades não tenham a acessibilidade necessária às novas tecnologias da comunicação.

Em resposta ao parlamentar, Gerson de Souza informou que o requerimento já foi encaminhado às áreas comercial e técnica da empresa para estudos da viabilidade de atendimento da reivindicação.

Conforme a Algar Telecom, o pedido do vereador Gilnei Cabeceira é pertinente e, caso o estudo de viabilidade seja positivo, a empresa vai planejar o atendimento desta demanda para o próximo exercício orçamentário.

Fonte: Camara Municipal de Vazante

Engenheiro Paracatuense é destaque na Red Bull Air Race

Engenheiro Paracatuense é destaque na Red Bull Air Race

O japonês Yoshihide Muroya levou seus conterrâneos ao delírio no último final de semana, ao conquistar em seu próprio país o primeiro lugar na etapa de Chiba da Red Bull Air Race.

O brasileiro Engenheiro Mecânico-Aeronáutico Guilherme Santana, sócio da empresa mineira Aeron, é um dos responsáveis pelos bons resultados do piloto. Ele e seus sócios, 3 engenheiros mecânico-aeronáuticos e 1 engenheiro eletricista, prestam consultoria ao piloto e o auxiliam com projetos de modificações aerodinâmicas, simulação e otimização do voo.

Confira a seguir a entrevista com Guilherme, falando um pouco mais sobre a incrível experiência de participar de um dos mais belos campeonatos esportivos do mundo.

– Há quanto tempo você trabalha com o Yoshihide Muroya?

Trabalho com o Yoshi desde o final de 2014, quando o Team Muroya contratou a minha empresa para realizar modificações aerodinâmicas para a equipe.

– Como funciona o serviço da Aeron? São uma empresa terceirizada ou fazem parte do time oficialmente?

Oficialmente existem 4 cargos no Red Bull Air Race: piloto, mecânico, estrategista e coordenador. Não possuo nenhum destes cargos oficiais, mas o time me considera como o engenheiro aerodinamicista. Eu sou sócio da Aeron Engenharia, empresa de consultoria em engenharia aeronáutica e sistemas eletrônicos, e o Yoshi contrata a minha empresa e todos nós trabalhamos para deixar o avião dele mais rápido.

– Pode descrever como funciona o trabalho de vocês antes da competição e também durante os dias de Air Race?

Nosso trabalho é realizado a maior parte do tempo em nosso escritório, pesquisando, projetando, calculando e simulando maneiras de deixar o avião mais rápido. Às vezes, vamos para corridas as quais temos um prazo prévio para trabalhar no avião e testar modificações, como em Chiba esse ano, mas não são todas.

– Com relação ao avião dele, qual o modelo utilizado? É o mesmo dos outros pilotos?

É o mesmo modelo de avião da maioria dos pilotos, Edge 540 V3. Porém, altamente modificado. Um Edge 540 V3 stock (sem modificação) pode ser 2 a 3 segundos mais lento que o avião do Yoshi.

– Como vocês o ajudam em deixá-lo ainda melhor?

Nós projetamos modificações aerodinâmicas para diminuir a resistência do ar ao movimento do avião (arrasto aerodinâmico), projetamos, calculamos, simulamos com métodos computacionais (CFD), desenhamos em CAD, supervisionamos a construção dos moldes e a construção final das peças em fibra de carbono. Também ajudamos com sistemas eletrônicos para aquisição de dados em voo de projeto e fabricação próprias, a fim de medir aspectos que podem ser melhorados na aeronave.

– Falando sobre uma parte mais técnica, qual a importância desses ajustes no avião?

Em todas as fases da corrida: retas, curvas, chicanes, manobra vertical (VTM), o avião de corrida está sujeito a diferentes valores de coeficiente de arrasto (CD), que ditam o desempenho da aeronave. Entender como este coeficiente de arrasto se comporta e como ele pode ser minimizado é um dos fatores mais importantes para se ganhar a corrida, ele dita a performance da aeronave, pois os motores e hélices são fixados pelo regulamento. Todos os motores são medidos em bancada de modo que todas as equipes tenham potências bem próximas. Resta, portanto, apenas a aerodinâmica das aeronaves para ser desenvolvida. Muito destes aspectos apresentam o que nós engenheiros chamamos de análise de “Trade offs”, ou compromisso em Português. Significa que, às vezes, reduzir o arrasto em algum regime de voo implica aumentar o arrasto em outro regime. Portanto, temos que analisar e simular o movimento da aeronave na corrida para entender se esse “trade off”, esta balança, está pesando para o lado certo.

 

– O Yoshi os ajuda nisso? Como é a relação de vocês com ele?

Sempre fazemos seções de “Brainstorming” com todos da equipe. Algumas ideias são trabalhadas e maturadas em equipe e o Benjamin Freelove, analista de corrida, e o Yoshi ajudam bastante. Sempre dão possibilidades e ideias pra gente trabalhar. O Yoshi é extremamente inteligente e experiente no mundo de acrobacia e aviação geral, tem uma bagagem que é sempre muito bem vinda para nós engenheiros. A relação é excelente, sempre fomos muito bem tratados por ele e por todo o pessoal na equipe, e no japão, fizemos e fazemos boas amizades. Ele sempre elogia nosso trabalho e tenta nos motivar a deixá-lo mais rápido.

– Quais foram as principais mudanças que fizeram ao longo desses anos com ele?

Projetamos o capô e mudamos completamente a maneira como o resfriamento do motor acontece, de modo que seja mais eficiente e necessite de menos ar para a refrigeração. Projetamos um canopy (bolha ao redor do piloto) e “turtle deck” (parte de trás da bolha do piloto) com design completamente diferenciado dos demais. Auxiliamos no projeto de ponta de asa. Projetamos as polainas (carenagem do trem de pouso) e pernas do trem de pouso, além de desenvolver sistemas de aquisição embarcados e de medição avançada de desempenho.

– Como a tecnologia vem influenciando no Red Bull Air Race?

É muito interessante pois, no começo, o pessoal olhava para o design e não acreditava muito. Hoje em dia tudo aponta que estamos entre as 2 ou 3 aeronaves mais rápidas da competição e o pessoal sempre vem tentar espionar e perguntar sobre o que estamos fazendo. Temos muitos brasileiros na competição e o pessoal respeita bastante pois contra fatos, resultados concretos, não há argumentos.

– Por que o Brasil tem se destacado nesse ramo da aviação?

Temos excelentes engenheiros aeronáuticos, trabalhando no mundo todo. Temos excelentes instituições de ensino e pesquisa. Começou com o ITA, mas hoje temos muitas instituições extremamente competentes no setor. Dentre elas cito a USP São Carlos (EESC – USP) e a UFMG. A última é a minha Alma Mater, onde passei grande parte do tempo no laboratório do CEA (Centro de Estudos Aeronáuticos), um centro de excelência em aeronaves leves, desde 1970, fundado pelo querido e eterno professor Cláudio Barros. Foram mais de 10 protótipos com design diferenciado, projetados, calculados e construídos por alunos e professores.

O CEA possui 9 recordes mundiais em aeronaves leves e trazemos parte dessa bagagem para a Air Race. Começamos trabalhando em conjunto com o Professor Paulo Iscold no Red Bull Air Race em 2009 e desde então sempre tivemos relação com a competição. Acredito que esta experiência “hands on” (com a mão na massa) que tivemos no CEA-UFMG nos formou bastante para os desafios do Air Race. Além disso, participei por 4 anos da competição SAE Aerodesign Brasil, na qual trabalho hoje em dia como voluntário ajudando na organização. Esta competição de engenharia foi muito importante para minha formação. São hoje 4 equipes com brasileiros no Air Race, 3 delas com engenheiros do CEA-UFMG e 1 com o coordenador da equipe.

Informações pela Assessoria de Imprensa da Red Bull Air Race

WhatsApp deixará de funcionar em alguns smartphones até o fim de junho; Veja a lista dos aparelhos

WhatsApp deixará de funcionar em alguns smartphones até o fim de junho; Veja a lista dos aparelhos

O WhatsApp já havia anunciado no final de 2016 que deixaria de funcionar em alguns sistemas operacionais. No caso, o aplicativo mensageiro só vai poder ser utilizado em sistemas Android, iOS e Windows. A questão é sobre novos recursos e segurança, algo que sistemas mais antigos podem falhar — então, se você tem um smartphone atualizado, provavelmente continuará usando o WhatsApp sem problemas —, e a data marcada para o fim do WhatsApp nestes celulares é o dia 30 de junho de 2017.

“Olhando para o futuro, mirando os próximos sete anos, queremos concentrar nossos esforços nas plataformas de celular que a maioria das pessoas utilizam”, comentou o WhatsApp. “Por mais que estes aparelhos celulares tenham feito uma importante parte em nossa história, eles não possuem a capacidade requerida para que possamos expandir os recursos de nosso aplicativo no futuro. Esta foi uma decisão difícil de ser feita, porém foi a decisão certa para que pudéssemos oferecer as pessoas, melhores maneiras de manter contato com família, amigos e entes queridos utilizando o WhatsApp”.

Os smartphones com os seguintes sistemas operacionais não vão mais rodar o aplicativo: BlackBerry OS, BlackBerry 10, Nokia S40, Nokia Symbian S60, Android 2.1, Android 2.2, Windows Phone 7 e
iPhone 3GS/iOS 6.

Para continuar usando o WhatsApp, a empresa comenta o seguinte: “Caso você utilize um destes aparelhos, nós recomendamos que troque por um aparelho Android, Apple ou Windows Phone”.

Recapitulando, serão abandonados no dia 30 de junho:

  • BlackBerry OS e BlackBerry 10
  • Nokia S40
  • Nokia Symbian S60
  • Android 2.1 e Android 2.2
  • Windows Phone 7
  • iPhone 3GS/iOS 6