Jovem entra em escola particular e mata dois estudantes e deixa quatro feridos

Jovem entra em escola particular e mata dois estudantes e deixa quatro feridos

Um estudante atirou contra colegas de turma em uma escola particular em Goiânia, nesta sexta-feira (20/10), por volta de 12h. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, dois adolescentes morreram e ao menos três ficaram feridos. O atirador e as vítimas estariam no oitavo ano do Ensino Fundamental.

Os feridos foram levados para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). No entanto, ainda não há informação sobre o estado de saúde das vítimas. O atirador foi detido pela Polícia Militar de Goiás.  Segundo o jornal O Popular, o motivo para os disparos foi por causa de bullying.

Moradores da região afirmaram, nas redes sociais, que a rede de celular está fora do ar e, de acordo com o pai de um dos alunos, o garoto não tinha uma vítima específica e “entrou atirando aleatoriamente”.

O Correio procurou o colégio Goyases que, por sua vez, disse que não iria se pronunciar. As aulas na instituição foram suspensas.

FONTE: PATOS AGORA

‘Tráfico de drogas financia campanha política no Brasil’, relata Marcinho VP

‘Tráfico de drogas financia campanha política no Brasil’, relata Marcinho VP

‘Isso é folclore’. Essa é a opinião de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, sobre a afirmação da polícia de que é ele um dos comandantes do Comando Vermelho.
Condenado a um total de 48 anos de reclusão, que cumpre em Mossoró (RN), o traficante diz ser alvo de injustiças e acha que as drogas não serão legalizadas no Brasil por ‘sustentarem políticos’.

“A legalização das drogas é um caso mais complexo, tem que discutir com a sociedade, fazer um plebiscito. Mas acho que drogas leves como a maconha seria importante dar o primeiro passo, legalizar, para erradicar o tráfico de drogas. Mas acho que aqui no Brasil acho difícil legalizar, o tráfico de drogas financia campanhas políticas no Brasil”, afirmou ele em entrevista ao UOL.

Ainda falando sobre o tráfico, afirmou que os ‘verdadeiros barões das drogas vivem acima de qualquer suspeita, financiando campanhas políticas’.

Ainda nesta linha, ele opinou sobre Sergio Cabral, ex-governador do Rio, ao qual afirmou ser ‘o maior charlatão que teve o desprazer de conhecer’.

FONTE: UOL

Sequestro de empresário em Uberlândia é investigado; polícia não descarta crime forjado

Sequestro de empresário em Uberlândia é investigado; polícia não descarta crime forjado

A Agência de Inteligência do 9º Departamento de Polícia Civil de Uberlândia dá andamento ao inquérito que investiga o sequestro de um empresário da cidade. Além de apurar o roubo, a polícia trabalha com a hipótese de o crime ter sido forjado com o objetivo de aplicar golpe milionário em investidores de criptomoeda (bitcoin).

O crime ocorreu no dia 6 de outubro depois que a vítima, de 27 anos, saiu de um evento no ramo financeiro e seguiu para uma confraternização no Bairro Mansões Aeroporto. Consta no boletim de ocorrências que os criminosos mantiveram a vítima em cárcere, torturaram e roubaram quantidade considerável de moedas virtuais de uma carteira digital.

“Todas as linhas estão sendo investigadas, nenhuma está sendo descartada. Estamos em diversas diligências, fazendo oitivas e reunindo documentos”, disse o delegado responsável pelo caso, Eduardo Leal.

No depoimento da vítima ao delegado, o empresário reforçou os relatos registrados pela Polícia Militar (PM), que conta com 19 testemunhas qualificadas. O setor de inteligência trabalha meios para fazer a oitiva dessas pessoas uma vez que a maioria mora em outras cidades.

Outra dificuldade na condução do inquérito ocorre pelo fato de o mercado ser algo novo no Brasil e as transações serem de difícil rastreamento. O bitcoin – que chega a valer mais de R$ 17 mil cada na cotação atual – não é emitido pelo Banco Central de nenhum país e permite a transferência de valores por meio de criptografia que mantém as transações ocultas, dificultando a regulação financeira.

“Realmente esse mercado digital é muito difícil de rastrear, mas estamos trabalhando para saber se foi algo preparado ou não e trazer informações mais concretas em breve”, finalizou Leal.

Investidor suspeita de golpe

Um investidor de bitcoins do estado do Sergipe, que preferiu não ser identificado, entrou em contato com a reportagem e chegou a passar informações de forma extraoficial à Polícia Civil sobre o assunto. Ele disse que tinha bitcoins investidos na empresa chamada Adsply e que o sequestro ocorreu no dia de um dos maiores pagamentos, o que levantou a suspeita sobre um possível golpe.

“Essa empresa trabalha com bitcoins das pessoas em diversos países e, justamente no dia do maior pagamento nas contas de investimento, ele foi sequestrado e milhões sumiram. Ninguém recebeu. Caso seja uma simulação de sequestro, seria uma fraude maior do que o roubo do Banco Central e duas vezes maior que o valor da Mega da Virada”.

Investidores que mantinham negócios com a Adsply informaram ao G1 os contatos de alguns diretores que, segundo eles, mantinham o escritório da empresa em Uberlândia. Contudo, a reportagem não conseguiu contato com os mesmos para comentar o assunto.

Jovem está em estado de choque, afirma advogado

G1 não conseguiu contato direto com a vítima, mas conversou com o advogado que fez o registro do boletim e representa o jovem em outros assuntos. Ele informou que o cliente reside em Uberlândia e não tem vínculo societário com a empresa, sendo que apenas prestava serviço como palestrante para apresentar o serviço oferecido.

Informou, ainda, que o jovem está em estado de choque pelo ocorrido por ter sido sedado e agredido pelos criminosos. Sobre a suspeita de o crime ter sido forjado, ele salientou que se necessário irá apresentar a defesa.

“Se chegar o momento, nós vamos apresentar defesa e discutir com a autoridade policial que não faria sentido ele armar isso na cidade dele, sendo que viaja no mundo inteiro e muito menos no modo como foi realizado. Esse é um crime novo, o segundo no país, e pelo forma como aconteceu, foi cometido por uma quadrilha especializada”, defendeu.

O valor subtraído da carteira de bitcoins que estava na posse do empresário, no momento do crime, não foi informado pelo advogado por questões de segurança.

Senhor é brutalmente espancado por pedir para não venderem drogas em frente a sua casa

Senhor é brutalmente espancado por pedir para não venderem drogas em frente a sua casa

De acordo uma publicação da página “Maranhão News” um homem teria solicitado que os traficantes de drogas parassem de vender drogas na porta da casa dele. A filmagem mostra vários homens agredindo uma vítima a socos, chutes, pontapés e até ataques com uma pá. O vídeo gerou revolta em grande parte dos internautas que publicaram vários comentários condenando a covardia promovida pelos criminosos.

“Não sei se fico triste ou com raiva, é muita indignação!! Lixo de seres humanos, quanta covardia, nem pra agredir na mão, tem que pegar pá, pedra… miseráveis e inúteis no mundo, lamentável”, comentou Aline S em sua conta do Facebook. “Agora se o policial mata um lixo desse pra se defender, vai preso, é expulso isso é país pra se viver? Sem contar que os governantes são os piores. Por isso não implantam pena de morte no Brasil. Os primeiros a irem para cadeira elétrica, seriam os governantes”, escreveu Lucimar Alves também na rede social.

De acordo com dados publicados pelo Portal G1, um em cada três presos do Brasil respondem por tráfico de drogas. Os dados são de 22 estados, cinco não possuem dados. O percentual de presos pelo crime cresceu de 8,7% em 2005 para 32,6% em 2017. O aumento se deu por conta da lei anti-drogas, que está em vigor desde 2006. O aumento de presos por tráfico de drogas foi de 339% entre 2005 e 2013. A lei endurecureceu a pena para quem trafica e ainda atingiu quem usa a substância proibida ou trafica em menor escala. A situação ainda está em crescimento, foram 480% em comparação entre os períodos de 2005 e 2017, sem contar cinco dos 27 estados, que não informaram os dados.

Em 2006, quando a lei começou a valer eram 31,520 presos por tráfico nos presídos, em 2013 eram 138,366. Em 2017 o número saltou para 182,779. A lei de drogas, de acordo com Luis Roberto Barroso, ministro do STF, gerou a prisão de milhares de réus-primários e de bons atecedentes, que são “jogados no sistema penitenciário”. Pessoas que não seriam perigosas quando entram, se tornam perigosas quando saem. De acordo com um defensor público, identificado como Vitore André Zilo Maximiano, o padrão de quem é preso por envolvimento com drogas são jovens e pobres. “Às vezes um jovem chega perto de mim no presídio, eu vejo o perfil e ele nem precisa dizer do que é acusado”, disse.

Porém, independente de qualquer argumentação a lei é clara: qualquer um que for preso em condição de traficante receberá a pena independente da quantidade. Isso serve principalmente para desmantelar casos com o do Rio de Janeiro, onde traficantes passaram a vender em menores quantidades.

FONTE: NEWS 365

Protocolo define ações de forças de segurança contra explosão de caixas eletrônicos em Minas

Protocolo define ações de forças de segurança contra explosão de caixas eletrônicos em Minas

Agências explodidas, policiais mortos e cidades aterrorizadas pela invasão de bandos fortemente armados: batizada de novo cangaço, a ação de quadrilhas especializadas em estouro de caixas eletrônicos representou, em média, 13 ataques a agências por mês em Minas Gerais neste ano, ou um caso a cada 2,2 dias. De janeiro a setembro foram computadas 120 ações criminosas do tipo.

Mesmo com um recuo de 36,5% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram 189 ocorrências, o saldo ainda é preocupante, principalmente pela violência extrema usada pelas quadrilhas, inclusive com ataques diretos às forças de segurança. Diante do quadro, oito instituições, lideradas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), formalizaram esta semana um protocolo de crise para padronizar as ações de cada entidade diante das ofensivas e fortalecer o combate a essa modalidade de ataque. O acordo de cooperação faz parte de um trabalho que já vinha ocorrendo há cerca de dois meses, a partir de determinação do governador Fernando Pimentel (PT) para dar uma resposta ao crime organizado.

Horas depois de formalizado o protocolo, o alarme já soou pela primeira vez para acionar o pacto de ações integradas. Na madrugada de terça-feira, uma agência do Banco do Brasil e outra do Itaú foram atacadas por uma quadrilha em Bambuí, no Centro-Oeste mineiro.

Ainda na terça-feira, mas no Norte de Minas, outro grupo de criminosos com armamento pesado fechou com uma carreta a BR-251, nas imediações de Grão Mogol, para assaltar um carro-forte. Eles interceptaram o veículo de uma transportadora de valores e trocaram tiros com os vigilantes. Em seguida, explodiram uma das portas do blindado, levando quantidade não informada de dinheiro. Cerca de 15 pessoas atuaram nesse caso e há suspeitas de que o grupo esteja ligado a outro ataque, cometido da mesma forma em Unaí, no Noroeste de Minas, em maio. A Secretaria de Segurança Pública confirmou que o conjunto de ações integradas foi adotado nos dois casos, mas sustenta que informações sobre as investigações não podem ser divulgadas, para não prejudicar os trabalhos. Até o fechamento desta edição, ninguém havia sido preso nos dois casos.

As ações padronizadas de cada força de segurança contra a violência desse tipo de quadrilha buscam criar uma forma de reação padronizada para a modalidade de crime, evitando que em cada caso seja adotada uma forma de trabalho diferente, segundo o secretário de estado de Segurança Pública, Sérgio Barbosa Menezes. O objetivo é unificar reações como a preservação dos lugares explodidos, acionamento de planos de cerco e bloqueio e concentração de informações de inteligência levantadas por diferentes órgãos, para prender mais rapidamente os criminosos. Resumidamente, trata-se de definir, uma vez ocorrido o crime, que órgão reage, de qual forma e em que momento.

“O crime de explosão de caixa eletrônico traz consequências que extrapolam a questão da segurança. Há impactos sociais e econômicos para as cidades, muitas vezes pequenas, que dependem daquele terminal que foi alvo de ataque. Nosso foco é sempre reduzir os números, trabalhar cada vez mais para minimizar o impacto para o cidadão. Se temos uma ou 120 ocorrências, nosso esforço será o mesmo, exatamente pelas características dessa modalidade de crime”, diz o secretário.

ARTICULAÇÃO A Sesp coordena um grupo que tem se reunido de forma frequente e conta com a participação da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ministério Público, além dos demais braços do estado ligados à questão: Secretaria de Administração Prisional (Seap), Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. A criação do grupo de trabalho no governo de Minas, que vinha se articulando também com as forças federais, foi anunciada em setembro por Fernando Pimentel.

O esquema pelo qual deve operar esse esforço conjunto, segundo a Sesp, já está no papel, mas não pode ser detalhado, para não comprometer investigações e o próprio funcionamento da cadeia de ações que pode levar à captura dos criminosos. Mas, como resultado da concentração de esforços nesse tipo de crime, a secretaria informa que, de 12 de junho até 12 de setembro deste ano, 50 pessoas foram presas no estado por envolvimento com explosões de caixas eletrônicos e ataques a bancos. Dois acusados foram capturados mês passado, em Capitão Enéas, Norte de Minas, com um fuzil e duas submetralhadoras, uma pistola, uma espingarda e uma garrucha.

Os dois foram detidos após perseguição policial e bloqueios montados pela Polícia Militar. Com eles havia malotes com dinheiro manchado e também bananas de dinamite. Outras 28 prisões ocorreram em 9 de agosto, em Três Corações (Sul de Minas). Segundo a PM, todos os presos estavam envolvidos em crimes de explosão de caixas eletrônicos e roubos a bancos e a agências postais no Sul de Minas.

Enquanto as forças de segurança procuram padronizar suas ações para contra-atacar, o secretário de Segurança Pública defende uma punição mais pesada para o crime de explosão de caixas e bancos. “Tem que haver uma pena diferenciada, porque é uma ação que atenta contra o poder público. O policial que está na ponta é o representante do Estado. É necessário que haja um qualificador mais pesado para quem pratica explosões de caixas eletrônicos, porque há muitas variáveis que justificam isso: temos uso de explosivos, uso de armamentos pesados, organizações criminosas envolvidas. Não podemos tratar tudo isso como um roubo qualquer”, afirma. Neste ano, o caso de maior repercussão ocorreu em Santa Margarida, na Zona da Mata, onde um Policial Militar e um vigia foram mortos por assaltantes que atacaram as agências locais do Banco do Brasil e do Sicoob.

Sérgio Barbosa Menezes (Secretário de estado de Segurança Pública) RESPONDE:

As explosões de caixas caíram 36,5% no período divulgado. A que se pode atribuir esse resultado?

Temos desenvolvido ações integradas que contam com o apoio e trabalho árduo de várias instituições. Desde que esse tipo de crime passou a preocupar mais, temos tentado aperfeiçoar o trabalho e agregar melhorias na repressão qualificada e no mapeamento das quadrilhas que promovem esse tipo de ação. Um exemplo desse avanço é exatamente a assinatura do termo de cooperação com oito instituições, na última segunda-feira.

Algum outro tipo de crime é alvo dessa cooperação? 

Secretaria de Estado de Segurança Pública coordena uma força-tarefa voltada para a redução de eventos de segurança, em geral, em instituições bancárias. Esse grupo busca resultados não só para explosões de caixas, mas também para crimes com uso de maçarico, assaltos e o crime chamado de “sapatinho” (sequestro de bancários para forçar a abertura de cofres). A força-tarefa tem forte atuação na área de inteligência, com informações que se transformam em operações repressivas e preventivas. Esse grupo promove reuniões mensais de avaliação e planejamento.

Embora o detalhamento do acordo de cooperação técnica seja sigiloso, é possível dar um exemplo prático de como ele pode funcionar?

 A inteligência busca, por exemplo, o mapeamento de quadrilhas para prevenir ocorrências, entender o modus operandi dos envolvidos ou, até mesmo, fornecer informações que levarão à prisão dos envolvidos.

Mobilização e desmobilização

Não é a primeira vez que se forma uma força-tarefa na tentativa de enfrentar o desafio da explosão de caixas eletrônicos em Minas. Em 2013, época em que casos do tipo estavam em franca ascensão, o governo do estado constituiu um grupo de trabalho com objetivo de dar uma resposta à ofensiva, de forma integrada e com ações compartilhadas. Porém, em 2015 a própria administração estadual avaliou que não havia mais a necessidade do esforço concentrado, sob a justificativa de se tratar de um conceito a ser adotado em situações de crise, o que, no entendimento do estado, não ocorria naquele momento. Porém, o avanço de casos com maior emprego de violência – que causaram mortes, deixaram policiais sitiados e cidades sem terminais bancários – levaram a uma mudança de postura. Apesar da redução dos casos, nova força-tarefa foi formada para unificar procedimentos na contraofensiva aos assaltantes.

DESCONFIE

Confira recomendações da Secretaria de Segurança Pública para ajudar no cerco a ladrões de caixas eletrônicos

1) Se você é dono de hotel ou pousada, fique atento a hóspedes com bagagem incompatível com a quantidade de dias que pretendem ficar

2) Caso você seja um morador ou comerciante e perceba movimentação de pessoas muito atípica em sua cidade, alerte as autoridades

3) Se você for dono de algum sítio, esteja alerta a aluguéis pagos com altas quantias, em dinheiro, sem contratos formais nem negociação

Denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone 181.

FONTE: ESTADO DE MINAS

Motorista de BMW com suspeita de embriaguez bate em viatura e fere dois PMs

Motorista de BMW com suspeita de embriaguez bate em viatura e fere dois PMs

O motorista de uma BMW, com suspeita de embriaguez, bateu em uma viatura da Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira, em BH.
O acidente foi na Avenida Augusto de Lima, no Barro Preto, na região Centro-Sul.

Dois policiais e duas pessoas que estavam no carro de luxo ficaram feridos.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, a viaturatransitava pela faixa central da avenida, quando foi atingida na lateral direita no cruzamento com a Rua Paracatu.

O carro policial capotou e ficou com as quatro rodas para cima. O militar que dirigia a viatura, de 33 anos, informou que o semáforo estava verde para ele no momento da batida e que não conseguiu ver a situação do sinal de trânsito na Rua Paracatu.

Já o condutor da BMW, de 38 anos, disse aos policiais que o semáforo estava amarelo quando ele passou e bateu com a frente do carro na viatura da PM. O homem, segundo a PM, estava com hálito etílico e olhos avermelhados. No boletim de ocorrência consta que o motorista se negou a fazer o teste do bafômetro. Mesmo com suspeita de embriaguez, o motorista não foi detido porque, segundo os militares, “estava com condições psicomotoras normais”.
A BMW estava com o licenciamento vencido, de 2016. Mas o carro não foi apreendido. De acordo com a PM, não havia vaga em pátios credenciados pelo Detran. Um homem não identificado no boletim de ocorrência e que disse conhecer o motorista da BMW foi até o local do acidente e conduziu o veículo para a casa do condutor.
O policial que dirigia a viatura foi encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII com cortes na cabeça. Um outro militar que estava no carro teve cortes nos braços e se queixou de dores na nuca e cabeça, mas procurou atendimento em um hospital particular no Barro Preto.
O motorista e uma passageira da BMW tiveram pequenos ferimentos pelo corpo e se queixaram de dores, mas não quiseram ser encaminhados para uma unidade de saúde. A carteira de habilitação do condutor foi apreendida e um auto de infração de trânsito foi emitido.
FONTE: ESTADO DE MINAS