Atlético está perto de acertar a contratação do volante Arouca

Atlético está perto de acertar a contratação do volante Arouca

Faltam poucos detalhes para o Atlético acertar sua primeira contratação para 2018. Trata-se de Arouca, de 31 anos, que atualmente defende o Palmeiras. Segundo fontes ligadas à negociação, os clubes já entraram em acordo financeiro para que o volante defenda o time alvinegro até o final da próxima temporada.

Arouca é aguardado na capital mineira nos próximos dias para finalizar os trâmites finais da negociação. Entre jogador e clubes já está tudo acertando, restando apenas exames médicos e a oficialização do acordo.

Arouca chega ao Galo para preencher a lacuna na proteção à defesa. O volante é conhecido pelo seu ímpeto na marcação e pela boa saída de bola, qualidades que fizeram com que Oswaldo de Oliveira pedisse sua contratação à diretoria do Palmeiras quando lá esteve, em 2015.

Esse, por sinal, pode ser um dos indícios da permanência do comandante no Atlético em 2018. Ele já foi procurado por Sérgio Sette Câmara, candidato à presidência do Atlético, para tratar do prolongamento do vínculo.

Esta não é a primeira vez que o Atlético busca Arouca. Em meados de 2016 e na última janela de transferências, o volante esteve na pauta alvinegra. A negociação, porém, não avançou devido ao desacordo financeiro entre os clubes.

Carreira

Revelado pelo Fluminense, em 2004, Arouca logo chamou a atenção pelo seu poder combativo no meio-campo e a boa saída de bola. Não à toa, despertou interesse do São Paulo, que o contratou em 2009 para a disputa da Copa Libertadores. Na temporada seguinte, porém, o tricolor paulista o envolveu em uma negociação com o Santos.

No Peixe, Arouca viveu sua melhor fase. Era ele o responsável por proteger a defesa na equipe que conquistou a Copa do Brasil em 2010, a Libertadores em 2011, a Recopa Sul-Americana de 2012 e os Paulistas de 2010, 2011 e 2012. Não à toa, foi lembrado por Mano Menezes para defender a seleção brasileira.

Em 2015, Oswaldo de Oliveira, então treinador do Atlético, foi buscá-lo no Peixe. No alviverde, conquistou a Copa do Brasil de 2015 e o Brasileiro do ano seguinte.

Conhecido por sua vitalidade em campo, Arouca viveu uma situação incomum nesta temporada. Neste ano, o volante disputou apenas uma partida oficial com a camisa do Palmeiras. Após seguidas lesões no tornozelo esquerdo, o jogador disputou os seis minutos finais da vitória do Palestra Paulista sobre a Ponte Preta, por 2 a 0, em 19 de outubro passado, no Allianz Parque.

No total, Arouca tem seis convocações para a seleção brasileira e quatro partidas disputadas.

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Um ano após acidente, Chapecoense ainda luta pela reconstrução

Um ano após acidente, Chapecoense ainda luta pela reconstrução

Madrugada do dia 29 de novembro de 2016. À 01h15, por falta de combustível, o voo da LaMia caía na montanha de Cerro Gordo, no município de La Unión, a 50 km de Medellín, na Colômbia, causando a morte de 71 pessoas. Dentre as vítimas fatais estavam 42 profissionais da Chapecoense: 19 jogadores, 14 integrantes da comissão técnica e nove dirigentes.

A fatalidade fez com que a Chapecoense tivesse que passar por um processo de reconstrução inimaginável, de proporções jamais vistas no mundo da bola. E, além das perdas, os que ficaram para dar prosseguimento ao dia a dia do clube precisam lidar com o forte abalo emocional. Quase um ano depois, sobreviventes e principais atores envolvidos no renascimento da equipe falam das dificuldades, dos desafios e da saudade daqueles que se foram. A presença na Série A de 2018 é considerada uma grande homenagem às vítimas da tragédia, pois elas foram peças fundamentais para a consolidação dos catarinenses no cenário brasileiro e sul-americano.

A situação incomum tem sido um dos principais entraves neste período após o acidente. “Processo de reconstrução é sempre uma coisa difícil, principalmente em razão de tudo que aconteceu. A gente tem as lembranças muito vivas e, às vezes, vem o abatimento. Mas a reconstrução está sendo feita com o apoio de todos, com o apoio de uma cidade inteira, que abraçou o time com o coração e com a alma”, conta o presidente Plínio David de Nes Filho, o Maninho.

O diretor executivo Rui Costa ressalta também as dificuldades em ter que se montar um time inteiro e competir contra equipes formadas há mais tempo. “É um processo difícil, por tudo que representou esse desafio para todos nós. À medida que vai se aproximando a data, que é uma data que jamais será esquecida, também tem peso. Dentro de campo, o mais difícil é você competir em igualdade com times que estão montados há mais tempo, com trabalhos de dois, três anos. Nós partimos praticamente do zero”, declara.

A presença dos jogadores sobreviventes nesse processo de remontagem do elenco, segundo o dirigente, tem sido primordial. “Contamos com um apoio muito grande do Alan Ruschel, do Follmann e do Neto, que são três indivíduos que nos inspiram todos os dias. Eu sempre digo o seguinte: se a gente acha que está ruim, olha para eles e a gente busca a força que eles nos dão”, afirma Costa.

O lateral Alan Ruschel fala do ano difícil, da saudade dos que se foram e da felicidade por volta a jogar. “Tem sido um ano importante para mim, difícil, mas de extrema importância, porque sobrevivi a um acidente e consegui voltar a jogar. Claro que, às vezes, a saudade bate, aperta, mas estou feliz com este momento que eu estou vivendo. Consegui superar até mesmo as marcas do ano passado, quando tive muitas lesões e fiz poucos jogos”, conclui.
Responsáveis. O diretor de futebol do clube, Maringá, afirma que a luta continua para punir os verdadeiros culpados pela tragédia e seguir buscando os direitos das famílias. “A Chapecoense continua, junto com os familiares, lutando para punir os verdadeiros culpados, que são os donos do avião. O pessoal incorreu no erro de derrubar o avião por falta de gasolina. A Chapecoense vai processar esse pessoal e vai tentar deixar os familiares em uma condição boa, para que eles possam criar os seus filhos e ter um futuro tranquilo pela frente”, declara Maringá.

Cerimônia marca aniversário da tragédia

De forma antecipada, a Chapecoense realizou, no último dia 11 de novembro, cerimônias para homenagear as vítimas do acidente aéreo com o voo da LaMia, no dia 29 de novembro do ano passado. Com 67 das 68 famílias dos brasileiros presentes, o evento foi privado, sem a presença da imprensa e do público em geral.

Na primeira solenidade, no Centro de Eventos de Chapecó, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, condecorou todos os familiares e o zagueiro Neto com a medalha do mérito desportivo, de acordo com o decreto assinado pelo presidente Michel Temer, no dia 2 de dezembro do ano passado. Os outros três sobreviventes brasileiros, Alan Ruschel, Jackson Folmann e Rafael Henzel, não puderam comparecer por conta de outros compromissos.

“É uma homenagem concedida aos heróis do povo brasileiro no esporte. Concedemos apenas aos integrantes da Chapecoense que infelizmente foram vitimados no acidente e aos campeões olímpicos de 2016. Não podíamos deixar de fazer. O povo brasileiro se sensibilizou profundamente com o triste acidente”, disse Picciani.


MINIENTREVISTAS

Alan Ruschel
Jogador da Chapecoense

Depois de tudo, o que está acontecendo com a Chapecoense atualmente está dentro do esperado?

A gente está até se superando, todo mundo sabia que o principal objetivo do clube era o Campeonato Brasileiro, e conseguimos o título estadual, conseguimos uma classificação dentro de campo na Libertadores, no Brasileiro ficamos algumas rodadas na liderança, claro que a oscilação ia chegar, a gente caiu um pouco de produção, chegou a entrar na zona de rebaixamento em uma rodada, mas acho que estava dentro do normal por tudo que aconteceu. Estamos bem focados no nosso objetivo, o grupo está de parabéns, o pessoal está se entregando, se doando para a Chapecoense, e isso é o mais importante.

O que dá para exaltar das pessoas que se foram no acidente?

São pessoas especiais, que fizeram história, que deixaram a sua marca, infelizmente tiveram que partir. São planos de Deus, então a gente não pode questionar. Sempre onde eu for, vou levar o nome deles da melhor maneira possível. Nosso time era uma família. Então, sempre que puder, vou honrá-los da melhor maneira possível.

Diante de toda a comoção, que recado você deixaria para essas pessoas que se preocupam e que torcem pela Chapecoense hoje?

Na verdade, eu tenho é que agradecer. A gratidão é o gesto mais bonito que o ser humano pode ter. Só tenho a agradecer o pessoal que torceu, que orou por mim, pela minha recuperação, pela recuperação do Follmann, do Neto, enfim, do pessoal que acabou sobrevivendo. A gente só tem a agradecer por tudo que eles fizeram.

Rafael Henzel
Jornalista

Como foi para você voltar a acompanhar a Chapecoense nas viagens após a tragédia?

Eu sempre acompanhei a Chapecoense. Desde a Série D e antes mesmo de o time disputar alguma das divisões do Brasileiro. Eu cresci profissionalmente com o crescimento da Chapecoense. Era uma missão minha continuar depois do acidente, nem me passou pela cabeça deixar de fazer as coisas que eu fazia. Eu me programei para voltar a trabalhar 40 dias depois do acidente. Dentro da minha humildade, eu tinha que manter a força na minha voz para fazer as pessoas acreditarem e também voltarem ao estádio.

O que você poderia destacar sobre este um ano após o acidente?

A minha principal mudança foi não mudar. Planejei minha vida desde a UTI. Tive muitos convites para sair de Chapecó, para ir para um grande centro, mas eu não quis. Eu continuei a minha vida, por mais que o mundo tenha olhado para mim e para os demais, eu segui minha vida normalmente. A minha força se estabeleceu no meu trabalho, e minha reconstrução foi através do meu trabalho e do apoio das pessoas, e não poderia sair de Chapecó.

Como ficou a cobertura esportiva em Chapecó após a tragédia? Ainda é difícil para você lidar com o dia a dia do esporte?

Eu sou o único jornalista nas viagens ultimamente, e íamos todos. As próprias emissoras tiveram que se adaptar. Nós viajávamos em quatro equipes. Não gosto de falar de números, mas perdemos 20 jornalistas, de TV, jornal, internet, e morreram 19 jogadores. Foi mais gente da imprensa do que atletas, por exemplo. Meu objetivo é lembrar sempre de todos. (Lohanna Lima)

Permanência na Série A

A Chapecoense passou por momentos distintos no Brasileirão. Depois de liderar, o time chegou a figurar no Z-4. Por fim, o Chape conseguiu se manter na elite para o ano de 2018, feito que é considerado uma homenagem para as pessoas que se foram na tragédia. “Por tudo que o pessoal fez no ano passado, por toda história que a gente conquistou com a Chapecoense, é justo a gente se doar, se entregar e, pelo menos, deixar a Chapecoense na Série A”, afirma o lateral-esquerdo Alan Ruschel.

Pouca ajuda financeira

A comoção após o acidente foi mundial. Manifestações surgiram dos quatro cantos do planeta, com o intuito de auxiliar o clube a se reerguer. No entanto, segundo relata o diretor de futebol, Maringá, a ajuda financeira não foi como eles esperavam. “Essa comoção mundial ajudou, mas ela foi mais emocional do que financeira.

Nós recebemos uma ajuda financeira do Barcelona, teve o jogo com a Roma, o jogo da seleção brasileira. Mas isso, pelo tamanho e pela quantidade de pessoas vitimadas, é muito pouco”, declara.

Famílias das vítimas ainda não receberam indenizações

Quase um ano após a tragédia com o voo da Chapecoense, na Colômbia, os parentes das vítimas ainda não receberam indenização judicial por conta do acidente. Um relatório preliminar, divulgado pela autoridade de aviação civil colombiana, apontou que a aeronave estava sem combustível, o que provocou a queda.

A seguradora da Bolívia, local da sede da LaMia, se nega a pagar as indenizações, afirmando que o acidente foi provocado por um erro do piloto. A empresa chegou a oferecer US$ 200 mil, desde que os parentes não entrem na Justiça. A aceitação da oferta é pouco provável.

No dia 21 de novembro deste ano, a Chapecoense apresentou aos advogados dos familiares os documentos obtidos com a justiça boliviana. Os parentes das vítimas farão outras reuniões para decidir que caminho jurídico seguir. A estratégia pode mudar, uma vez que na última semana, o Ministério Público de Chapecó passou a suspeitar de que a LaMia tem outros donos.

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Robinho é condenado a 9 anos de prisão por agressão sexual na Itália

Robinho é condenado a 9 anos de prisão por agressão sexual na Itália

A nona sessão do tribunal de Milão condenou o atacante do Atlético Robinho a nove anos de prisão por agressão sexual grupal a uma garota albanesa de 22 anos, em uma discoteca de Milão, em 22 de janeiro de 2013. O ato, de acordo com a investigação, foi consumado por Robinho, que defendia o Milan naquela época, e outras cinco pessoas, sendo que uma delas seria Ricardo Falco, amigo do craque, que também levou a mesma pena, segundo informam jornais italianos.

Para os outros quatro réus, segundo informa o site Leggo, o julgamento foi suspenso. O craque e seu amigo também terão de desembolsar 60 mil euros de danos à vítima.

Segundo informações da agência de notícias italiana Ansa e de outros periódicos italianos, como o veredicto foi dado em primeiro instância, jogador poderá ainda recorrer à Justiça local. Enquanto não houver condenação final, a pena não será aplicada. Assim, o atacante alvinegro responderá o caso em liberdade.

Esta é a segunda acusação de estupro enfrentada pelo jogador. Em 2009, ele foi investigado, na Inglaterra, após uma mulher ter dito que foi violentada por ele em uma discoteca da cidade de Leeds. O jogador, que à época defendendo o Manchester City, foi inocentado naquela ocasião.

Em nota, a empresária do jogador, Marisa Alija Ramos, informou que Robinho já se defendeu das acusações e que nega participação no ato.

Sobre o assunto envolvendo o atacante Robinho, em um fato ocorrido há alguns anos, esclareço que meu cliente já se defendeu das acusações, afirmando não ter qualquer participação no episódio. Todas as providências legais já estão sendo tomadas acerca desta decisão em primeira instância.

Em contato com a reportagem, o Atlético afirmou que ainda não se manifestará sobre o ocorrido, pois é um assunto pessoal do atleta.

O caso

Em 2013, o jornal italiano “Corriere dello Sport”, noticiou que o camisa 7 do Galo conheceu a jovem albanesa em janeiro de 2013, durante um jantar em Milão, quando estava acompanhado dos amigos e de sua esposa. O ato teria ocorrido na mesma noite. Porém, a denúncia foi feita “alguns meses mais tarde”, segundo informou o veículo.

Coordenada pelo vice-procurador Pietro Forno e pela promotora Alessia Mel, a investigação colheu o depoimento da vítima. Em junho de 2014, Robinho prestou esclarecimentos. O Ministério Público chegou a pedir a prisão do jogador à época, mas a juíza Alessandra Simion rejeitou o pedido de custódia. Segundo ela, não havia razão para a precaução, nem risco de reincidência, fuga ou supressão de provas.

Pouco depois, Robinho chegou a divulgar um vídeo e uma nota chamando a acusação de “triste e mentirosa” e ameaçou processar a imprensa por publicar informações “mentirosas”.

Confira a nota íntegra:

“Diante das informações envolvendo o jogador de futebol Robson de Souza (Robinho), noticiadas irresponsavelmente hoje nos meios de comunicações da Itália, e replicadas no Brasil sem qualquer apuração quanto à sua veracidade, Robinho afirma que não tem qualquer participação no episódio mencionado. Todas as providências legais já estão sendo tomadas.

Robinho lamenta o episódio, que é levantado sem qualquer fundamento, justamente em um período que atravessa uma boa fase profissional, pessoal e familiar.

Em relação ao caso de Londres, fato não apurado profundamente pela imprensa e lembrado agora de forma oportunista, Robinho informa que foi acusado de forma leviana e mentirosa; sendo que, após investigação policial (concluída), foi comprovada a sua inocência, e, em contrapartida, a autora da falsa acusação foi denunciada pela polícia londrina e responde processo pelo crime de falsa acusação e calúnia.

Robinho afirma que, apesar de revoltado, está muito bem amparado pela família e em Deus. Ele agradece a todos que torcem por ele, que conhecem sua índole, e, portanto, sabem que jamais cometeria tal ato”.

Confira o vídeo publicado à época:

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DOWNHILL: Vazantino conquista segundo lugar no Desafio da Serra de Jaraguá

DOWNHILL: Vazantino conquista segundo lugar no Desafio da Serra de Jaraguá

O vazantino Vinícius Alves conquistou mais uma importante classificação para a carreira.

Neste fim de semana ele participou do 7° Desafio da Serra de Jaraguá/GO, na categoria Sub-30. Por pouco Vinícius não levou o primeiro lugar. (VEJA O VÍDEO ABAIXO).

“Bastante contente com meu resultado depois de treinar pouco e inseguro na pista consegui a 2° colocação com o tempo de 2 minuto e 40 segundos 1 segundo atrás do primeiro colocado, estou muito feliz que venha o próximo. Agradeço primeiramente a Deus e meus apoiadores #PostoLapao #JoelVereador”, disse Vinicius.

Renovacar vence a Copa da Lapa de Futsal 2017

Renovacar vence a Copa da Lapa de Futsal 2017

O grande campeão foi o time  Renovacar, que venceu, nos pênaltis, a equipe Tumat Lanches, após o empate  em 3 x 3 no tempo normal. Destaque para o goleiro Alves do time vencedor, que fez difíceis defesas no decorrer da partida e ainda se consagrou no final, defendendo a última cobrança que deu números finais à competição.