Flávio Nunes, assessor de comunicação, estudante de Jornalismo. Precisou de alguns anos de vida para perceber que nasceu com o imensurável dom de encantar-se com as cores alvinegras da mais grandiosa, envolvente e apaixonante instituição futebolística do mundo, a saber, o Clube Atlético Mineiro ou simplesmente Galo.

 

Quando Riascos partiu pra bola aos 48 da etapa final numa fria noite de 30 de maio de 2013, ameaçava quase literalmente não somente partir, mas triturar os corações de milhões de alvinegros cuja história sofrível os obrigava a viver a mercê da realidade de mais uma desilusão.

Quando o colombiano do México partiu para bola, em milésimos de segundos víamo-nos remetidos às lembranças de “inúmeros Riascos”; 77, 80, 99, 2012. Vilões de chuteiras, apitos e bandeiras.

Quando Riascos partiu pra a bola eu via um gol com suas traves a romper a medida padrão, enlarguecidas, talvez, pelo medo do triunfo dos “secadores” que previamente deliravam só de ver a “menina” na marca da cal.

Quando Riascos partiu pra bola eu estava sozinho num quarto frio, mas com um coração aquecido por uma singela esperança, que confundia o mais desastroso histórico remoto e recente.

Quando Riascos partiu pra bola… Quando Riascos partiu para a bola…

Relembre o lance na Narração do Caixa: